O personagem real é Robert Bilott, um advogado ambiental americano que litigou contra o despejo perigoso dos produtos químicos nocivos no ambiente por uma gigante industrial na produção do Teflon.
Mark Ruffalo, que além de ativista ambiental, também é co-produtor, atua bem, e seu personagem passa distante de ser um herói enérgico, tampouco de esbanjar carisma. Muito pelo contrário, ele é contido e nervoso, o que acrescenta a gravidade emocional e entrega uma dose extra de angústia moral que é sua força motriz. A mensagem que o diretor quer passar e as qualidades cinematográficas se destacam juntas, fazendo o filme passar bem o recado. É muito atual conversa com desastres criados pela ambição e ganância humana, tal como os conhecemos desde sempre. Recomendo