Adaptação do livro homônimo de A. J. Finn, suspense “A Mulher na Janela” chega à Netflix com grande elenco, mas não faz jus ao material em que se baseia. Ao fim torna se um filme tão problemático quando sua produção. O roteiro tira toda a sutileza e a dúvida do material em que se baseia – e o livro já nem é lá muito original. Com bons atores sendo subutilizados e normalmente gritando (sabe-se lá o porquê), o filme de Joe Wright se resume a um suspense que passaria perfeitamente no “Supercine”, nas noites de sábado da Globo. Sorte da Fox que conseguiu recuperar parte do investimento sem depender das bilheterias dos cinemas.